Com os conflitos armados a aumentarem, há cada vez maior procura por robôs capazes de serem autónomos e de participarem em ações militares.

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Há, em todo o mundo, várias empresas a desenvolverem este tipo de máquinas e as mais procuradas são os robôs humanoides.
O robô chamado Phantom, ou seja, fantasma, foi criado por uma empresa norte-americana que está a investir muitos milhões para o tornar num robô capaz de poder trabalhar numa fábrica, mas, sobretudo, de vir a integrar um exército.
Mas, primeiro, têm de o tornar completamente autónomo, ou seja, capaz de realizar tarefas sem ter um humano a comandar os movimentos à distância em todos os momentos.
Sankaet Pathak, da Fundação ‘Future Industries’, explica que é possível instruir o robô para andar para a frente e mover os braços, e não bater nos objetos.
Mas nem as empresas escondem que é preciso garantir a segurança. Ou seja que, em situações militares, o robô não possa tomar decisões que ponham em risco a vida humana.
“É necessária uma diretiva humana antes de executar qualquer caso de uso armado. Não vemos um cenário em que ele contorne a diretiva humana”, refere o responsável.
Esta empresa diz que não está a trabalhar para nenhum cliente em específico, neste momento. Mas reconhece que o objetivo é poder vir a fornecer milhares de robôs, como este, às forças armadas que os quiserem comprar.
