[
Telavive responde aos pedidos de paz com a convicção de que não são possíveis conversações de paz com o grupo radical Hezbollah, enquanto milhares de pessoas, no Líbano, enfrentam agora a destruição das suas casas e vivem sem abrigo.
Loading…
Quando chuva e sol aparecem ao mesmo tempo, a refração da luz nas gotas de água faz aparecer um arco-íris que a humanidade associa a um futuro de bonança.
No Líbano, qualquer superstição é arrasada pela realidade de colunas de fumo que se formam quando a destruição chega provocada por um ‘rocket’ ou míssil israelita em Beirute.
A mistura de chuva e sol agride ainda mais os que perderam a casa e não se conseguem agora abrigar de um castigo que vem dos céus em forma de água ou de bombas.
Os libaneses perdem as casas e os israelitas vão-se instalando com verdadeiras cidades militares na fronteira entre Israel e Líbano.
A presença dispensa palavras, mas ainda assim o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros fala para não deixar dúvidas: Israel e Líbano não iniciaram conversações.
Um país e um povo como danos colaterais de uma vontade mais israelita que norte-americana de aniquilar o Hezbollah, partido político libanês armado pelo Irão.
Os homens que falam pela paz mantêm os discursos, mas estará alguém, em Washington ou Telavive, a ouvir?
