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A situação está mais calma no México depois da operação que culminou na morte de El Mencho, mas as autoridades mantêm um forte dispositivo militar no estado de Jalisco para prevenir eventuais retaliações do cartel e garantir a segurança da população.
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A presença numerosa de militares no estado de Jalisco, sede das operações de El Mencho, revela que a situação, apesar de parecer calma, está longe de estar em fase de rescaldo.
Na operação desta segunda-feira morreram mais de 60 pessoas, 25 guardas nacionais e 34 suspeitos de pertencer ao cartel Jalisco. O estado de guerra, que inclui também a presença de navios militares na costa mexicana do Pacífico, quer travar a possível retaliação do que ainda resta do cartel CJNG do já morto El Mencho.
Um homem que se manteve na clandestinidade durante décadas e que foi descoberto por um motivo quase fútil, um encontro com uma amante. O local foi atacado com o resultado que se sabe, numa operação que desencadeou em simultâneo perto de 50 bloqueios de estradas e assaltos a instalações variadas, com um estrondo bem visível no México e em quase todo o mundo.
Numa zona de tráfico, paradoxalmente também destino internacional de férias, em Guadalajara e Puerto Vallarta, entre estadias e chegadas.
A tempestade de uma operação de caça ao homem já passou, mas ainda não são tempos de bonança no estado de Jalisco. Escolas, lojas e quase todos os serviços mantêm-se, para já, fechados.
