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“A nossa academia é formada por 25 jovens de vários quadrantes políticos, ou mesmo sem ter qualquer ligação a um quadrante político”, explica. No entanto, e apesar das ideias discordantes, isso não descamba para a polarização. Mas porquê? Descubra n’O Futuro do Futuro
“A democracia precisa de mais vozes, de vozes jovens e de várias experiências”, diz Fabiana Fernandes em entrevista ao podcast “O Futuro do Futuro”, do Expresso. É para garantir que os mais novos têm esse espaço que surgiu a Academia Próxima Geração, agora na quarta edição, e a formar pessoas dos 16 aos 30 anos para assumirem a liderança nos seus grupos e comunidades.
“A nossa academia é formada por 25 jovens de vários quadrantes políticos, ou mesmo sem ter qualquer ligação a um quadrante político”, explica. No entanto, e apesar das ideias discordantes, isso não descamba para a polarização. E porquê? “Estamos a conseguir formar isso porque eles se sentem seguros em partilhar os seus ideais e sentem-se seguros em construir em conjunto, algo que nós não costumamos ver no nosso panorama político”, atira.
Matilde Fieschi
Um dos exercícios que fazem, detalha, é colocar os jovens “a defender uma coisa em que não acreditam, porque é um exercício que faz parte: colocarmo-nos nos pés dos outros”, mostrando uma das formas utilizadas para garantir a lógica construtiva do programa. E será que o têm conseguido sempre e em todas as situações?
Ouça as respostas no novo episódio d’O Futuro do Futuro, disponível nos sites do Expresso, da SIC e da SIC Notícias e nas principais plataformas de podcasts.
