Os Estados Unidos ameaçam com uma invasão terrestre do Irão enquanto mantêm a ofensiva aérea, com novos bombardeamentos.
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Israel também alargou a ofensiva no Líbano e os arredores de Beirute voltaram a ser bombardeados.
Densas colunas de fumo voltaram a encobrir os céus de Beirute.
Os arredores da capital libanesa foram sacudidos por novos bombardeamentos, que ocorrem já depois de Netanyahu ter anunciado a expansão da zona de segurança no sul e prometido mudar radicalmente a situação no norte de Israel.
A intenção está lá, mas nem sempre se cumpre. Haifa, a maior cidade no norte de Israel, voltou a ser alvo de um ataque, com a maior refinaria de petróleo do país a ser atingida.
Fragmentos de um míssil provocaram também um incêndio numa zona industrial do sul, obrigando à retirada de várias pessoas por precaução.
Além dos ataques contra Israel, o Irão continua a lançar mísseis e drones contra os vizinhos do Golfo Pérsico, tendo sido ainda confirmado mais um ataque a partir do Iémen.
Para reforçar a defesa, o parlamento israelita aprovou um orçamento de emergência, numa altura em que o país está envolvido numa guerra em múltiplas frentes.
Duas séries de ataques aéreos atingiram Teerão durante a noite, com várias zonas da capital a ficarem sem eletricidade, depois de estilhaços de mísseis terem atingido parte da rede elétrica.
Espanha fecha espaço aéreo aos voos envolvidos na guerra
Enquanto paira no ar a ameaça dos EUA de uma invasão terrestre, os ataques aéreos prosseguem, apesar de vários apelos e condenações.
A Espanha já tinha recusado a utilização de duas bases militares pelos EUA, tendo agora anunciado que fechou o espaço aéreo a todos os voos envolvidos nos ataques ao Irão.
O primeiro-ministro Pedro Sánchez alega que o país é soberano e que não quer participar em guerras ilegais.
Drones norte-americanos chegam hoje às Lages
Já Luís Montenegro adotou uma posição mais moderada, apelando ao diálogo entre aliados. Na noite desta segunda-feira devem chegar à base das Lajes, nos Açores, os drones norte-americanos MQ-9.
A autorização foi concedida este fim-de-semana, pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.
A SIC sabe que a chegada está prevista para as 23h00, sendo que nas Lajes já está uma equipa norte-americana para trabalhar com os aparelhos conhecidos como ‘drones assassinos’. Têm capacidade para oito mísseis de precisão, autonomia para 27 horas de voo e cada um custa mais de 48 milhões de euros.
Depois da passagem pelos Açores vão seguir para a Jordânia.
