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Donald Trump anunciou o início do fim da guerra contra o Irão menos de 48 horas depois de ter afirmado que ainda não estavam reunidas as condições para tal.
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“Ainda não estamos prontos para sair do país, mas vamos partir num futuro muito próximo. Neste momento, eles foram dizimados sob todos os pontos de vista”, declarou o presidente norte-americano.
Na mesma intervenção, Donald Trump deixou críticas pouco diplomáticas aos aliados da NATO, apontando o reduzido envolvimento na guerra, e também a um antigo responsável pelo contraterrorismo da sua administração.
Joe Kent, apoiante de Trump, apresentou a demissão esta terça-feira, defendendo que os Estados Unidos avançaram para o ataque ao Irão, que não considerava uma ameaça, sob pressão de Israel.
Sem sinais de abertura para negociações, Telavive intensificou os bombardeamentos no Irão, mantendo a estratégia de enfraquecer o regime e eliminar possíveis interlocutores diplomáticos.
A confirmar-se a morte de Ali Larijani, o regime iraniano perde uma das suas figuras mais influentes. Após uma longa carreira política, e apesar de se ter aproximado gradualmente dos setores reformistas, tornou-se um dos principais conselheiros do ayatollah Ali Khamenei.
Ali Larijani foi visto em público pela última vez a 13 de março, durante o Dia Internacional de Al Quds, em Teerão, onde manifestou apoio à causa palestiniana.
“Trump não tem inteligência suficiente para compreender que o Irão é uma nação consolidada, forte e determinada. Quanto mais pressão exercer, maior será a nossa força de vontade”, afirmou então.
Entretanto, as forças israelitas anunciaram também a morte do líder das milícias Basij, uma das principais forças paramilitares do regime iraniano, composta maioritariamente por voluntários.
