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“Exemplo do que não pode acontecer”: PR critica atrasos na comissão técnica que analisa incêndios de 2025


Política

Os recados que o Presidente da República deu ontem ao Governo e ao Parlamento já tiveram consequências. A comissão que vai analisar os incêndios do ano passado está quase completa.

O Presidente da República, António José Seguro (C), com o presidente da Câmara de Arganil, Luís Paulo Costa (E), durante a visita à aldeia de Mourísia, na União das Freguesias de Cerdeira e Moura da Serra, no concelho de Arganil, no âmbito do programa de Tomada de Posse do Presidente da República, Arganil, 10 de março de 2026.

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A visita do Presidente da República à aldeia de Mourísia serviu para exigir uma mudança aos políticos. O gabinete do Presidente da Assembleia da República sugere que o atraso no funcionamento da comissão não é culpa do Parlamento.

Os reitores e os politécnicos têm de indicar quatro nomes, mas dizem que só receberam o pedido do Parlamento, datado de 19 de fevereiro, no final da semana passada. A comissão técnica independente terá 90 dias para analisar o que falhou nos incêndios de agosto e produzir um relatório com conclusões e recomendações.

Ainda em Arganil, o Presidente da República deixou um apelo ao Governo sobre os apoios prometidos depois dos incêndios do verão, que ainda estão por atribuir.

Esta quarta-feira, o ministro da Economia e da Coesão Territorial fez um balanço sobre os apoios à reconstrução das casas danificadas pelas tempestades. A Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) diz, em comunicado, que responsabilizar as autarquias é “injusto e desleal”, porque foi o Governo que atribuiu essa competência sem as consultar e sem reforçar os meios.

Os municípios exigem que o Governo simplifique o modelo de validação das candidaturas.



SIC Noticias

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