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O FC Porto desmentiu este sábado “de forma absoluta, clara e inequívoca” os alegados incidentes no balneário visitante do Dragão Arena antes do jogo com o Sporting para o campeonato de andebol, rejeitando quaisquer problemas associados a “odores intensos”.
Bandeira do FC Porto
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Em comunicado, o clube ‘azul e branco’ considera que as insinuações tornadas públicas são “graves, abusivas e totalmente destituídas de qualquer fundamento”, repudiando qualquer tentativa de associação do seu nome a situações que garante não corresponderem à realidade.
Perante a divulgação das alegações, o FC Porto informou ter contactado de imediato a Federação de Andebol de Portugal, a quem negou “categoricamente” os factos, bem como a Polícia de Segurança Pública, solicitando a verificação das condições do balneário visitante do Dragão Arena.
“O FC Porto contactou igualmente a Polícia de Segurança Pública, no sentido de que também essa entidade possa verificar imediatamente e em primeira mão que não existem quaisquer condições anómalas”, refere o clube.
No mesmo comunicado, o FC Porto sublinha que se trata de “uma acusação inadmissível, que atinge injustificadamente a reputação de uma instituição”, reiterando que não se revê nem se envolve em “este tipo de situações”.
O FC Porto conclui destacando o seu percurso “centenário” e uma reputação que considera amplamente reconhecida, exigindo que a sua atuação seja avaliada “com rigor, responsabilidade e respeito”.
Um cheiro “super intenso” no balneário do Dragão Arena levou à hospitalização do treinador Ricardo Costa e do jogador Christian Moga, da equipa de andebol do Sporting, antes do clássico com o FC Porto. O incidente terá afetado também outros elementos da equipa, que ficaram indispostos.
Delegados do encontro deslocaram-se ao balneário e descreveram o odor como “adormecedor”.
Para já, desconhece-se a origem do odor.
