Economia

Forças de Defesa de Israel: "Estamos a agir de acordo com o plano, em cooperação absoluta e a ter sucesso"

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Ataques Irão

Entrevista SIC Notícias

O major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, assegurou em entrevista à SIC Notícias que a “determinação é ir até ao fim” para acabar com “a ameaça” que representa o regime iraniano. Quanto ao Líbano, o plano centra-se em “duas áreas principais”: incursões terretres no sul e com a força aérea em todo país.

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“No primeiro dia da guerra eliminámos o líder supremo do Irão e hoje o principal responsável pela segurança, Ali Larijani, que controlava e coordenava todas as ações do regime iraniano. Isto mostra a determinação das forças de Defesa de Israel em ir até ao fim, de continuar a agir para que o regime iraniano não represente uma ameaça a Israel”.

A garantia foi deixada pelo major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, em entrevista à SIC Notícias, numa altura em que “estamos na segunda fase da guerra”.

Na primeira fase, atingimos o arsenal de mísseis, mais de 70% dos lançadores de foguetes, mais de 85% do sistema aéreo já não está em utilização. Agora, na segunda fase estamos a atingir alvos do regime – quartéis generais – e do programa nuclear para que não concretize o ideal de destruir Israel”, revelou o major, assegurando que estão a “agir de acordo com o plano” e a “ter sucesso”.

“Infelizmente, o Irão continua a lançar mísseis em direção a zonas residenciais, mas também o Hezbollah a partir do Líbano”, país onde, adiantou, estão a agir “duas área principais”: no sul, com incursões terrestres e com “toda a força aérea em todo o país, mas principal no reduto do Hezbollah, e já conseguimos atingir muitos alvos – eliminámos mais de 500 terroristas”.

Quanto ao Irão, prosseguiu, e apesar de admitir que “ainda tem mísseis sem lançadores não pode ser lançá-los” e foram, disse, atingidos 75% desses lançadores e “estamos todos os dias a atingir centenas de mísseis e indústrias militares que os produziam”, incluindo revelou, “o maior centro que estava prestes a produzir 1.500 mísseis balísticos e que era responsável por produzir ogivas nucleares do regime”.

Questionado sobre se o fim do conflito estará próximo, o major Rafael Rozenszajn disse que não têm prazo mas reiterou que estão a “agir de acordo com um plano” e em “cooperação absoluta” com o parceiro, os Estados Unidos.

“Esperemos que a guerra termine hoje, para isso bastava o Irão aceitar a eternidade do estado de Israel e o caminho da paz e não o da jihad e do ódio”, concluiu.



SIC Noticias

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