Esta segunda-feira é dia de greve da Função Pública. A Federação dos Sindicatos Independentes da Administração Pública espera forte adesão e impacto da paralisação deve sentir-se sobretudo nas escolas e nos hospitais.
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A decisão de avançar para a greve tem vários motivos. Reivindicam melhores salários, estão contra os atrasos na avaliação dos funcionários públicos, defendem a criação da carreira de técnico auxiliar da ação educativa e a necessidade de contratar mais trabalhadores para o setor da saúde.
Mas há outra reivindicação: esta federação sindical está contra o pacote laboral e queixa-se do Governo por nunca ter sido chamada para as negociações, que ainda decorrem.
A greve dura 24 horas e para além dos hospitais e das escolas, serviços como os registos, segurança social ou de justiça também podem ter constrangimentos.
Os sindicatos da Função Pública admitem novas iniciativas e lembram que participaram na última greve geral, no final do ano passado.
