Após quatro anos de conflito, as negociações de paz entre Ucrânia e Rússia permanecem sem resultados concretos, apesar do envolvimento dos Estados Unidos. Um possível encontro entre Zelensky e Putin poderá acontecer nas próximas semanas com a presença de Trump.

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Até este domingo, apesar das tentativas, as negociações de paz não conseguiram travar o conflito na Ucrânia. Os Estados Unidos têm estado envolvidos no processo, mas não houve, até agora, acordo entre os dois países. As culpas são atiradas de um lado para o outro da fronteira.
Para o Presidente ucraniano não há dúvidas sobre quem tem empatado as negociações de paz entre os dois países em guerra há quatro anos.
Depois de as últimas conversações não terem dado em nada, Zelensky garante que o país continua comprometido em negociar e pôr fim a guerra.
Acrescenta que quer reunir-se na próxima semana com aliados europeus e que pretende contar também com a ajuda vinda do Médio Oriente.
O enviado especial da Casa Branca diz que um encontro entre Zelensky e Putin pode acontecer nas próximas semanas e que deverá contar com a presença de Trump.
Quanto ao papel dos Estados Unidos neste impasse, o autarca de Kiev, Vitali Klitschko, pediu a Donald Trump para ficar do lado da Ucrânia durante as negociações de paz com a Rússia.
Mas, quando questionado sobre se confia no Presidente norte-americano, o ex-campeão mundial de boxe precisou de tempo para encontrar as palavras.
Guerra arrasta-se há quatro anos
Muito falhou até agora para não se ter chegado a um acordo. A primeira reunião sem resultados aconteceu quatro dias após a invasão.
Em 2023, a China apresentou um plano para chegar a um cessar-fogo. O Kremlin disse que não havia condições de resolver o conflito de forma pacífica.
Um ano depois, em 2024, foi a Ucrânia que decidiu fazer uma Cimeira de Paz na Suíça, sem presença dos russos, para exigir a retirada das tropas de Moscovo, mas vários países negaram o apoio.
Quando Trump regressou à Casa Branca começaram os contactos entre Washington e Moscovo.
