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Harry, Ingrid, Joseph, Kristin, Leonardo e Marta: como olhar para o futuro a partir de uma catástrofe



Tempo ao Tempo

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Depois do “comboio de tempestades” de 2026, repete-se a ideia de que os portugueses “não têm cultura de prevenção”. Rui Tavares leva-nos até 1755 e ao grande terramoto de Lisboa para falar sobre catástrofes, desastres e cultura de prevenção

Rui Tavares regressa ao Terramoto de Lisboa de 1755, reconhecido como primeira catástrofe moderna. O epíteto não lhe cabe pela dimensão da catástrofe, mas pela resposta política organizada no seu rescaldo: inquérito sistemático ao reino, códigos de construção inovadores e reconstrução planeada em nova escala. Este pensamento organizado perante a destruição e a necessidade de reconstrução no século XVIII, inaugurou, segundo o sociólogo Enrico Quantarelli, práticas de prevenção que hoje reconhecemos como modernas.

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Se tais raízes existem, cabe reflectir por que as ignoramos – em vez de as actualizar para o presente. Como usamos o conhecimento de catástrofes passadas e recentes? Transformamo-las em acções concretas ou em fatalismos comparativos?

Fotografia de Tiago Miranda, trabalho gráfico de Vera Tavares e Tiago Pereira Santos

Oiça ‘Tempo ao Tempo’ aqui no Expresso, SIC e SIC Notícias, ou subscreva o podcast em qualquer plataforma de podcast. Todas as quintas-feiras um novo episódio escrito e narrado por Rui Tavares.



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