Portugal

Hospital das Caldas vai dar música a grávidas, puérperas e recém-nascidos


Grávidas, puérperas e recém-nascidos serão brindados com intervenções musicais no Hospital de Caldas da Rainha, ao longo de 2026, graças a um protocolo estabelecido entre a Unidade Local de Saúde do Oeste (ULS do Oeste) e a Associação Portuguesa de Música nos Hospitais e Instituições de Solidariedade (APMHIS).

Enquadrada no projeto “Delfim 2026”, a iniciativa visa “reforçar a humanização dos cuidados de saúde através da música, particularmente nas áreas de saúde materna pré e pós-natal”, detalhou a ULS do Oeste, em comunicado.

O organismo deu conta de que as intervenções musicais semanais, levadas a cabo por um artista habilitado, serão da responsabilidade daquela associação. Acrescentou ainda que “as sessões terão a duração aproximada entre 1h30 e 2 horas por semana e decorrerão durante 2026, por um período máximo de 40 semanas, dependendo do financiamento angariado para o projeto”.

O Hospital de Caldas da Rainha, por seu turno, “compromete-se a garantir as condições necessárias para que as atividades possam decorrer junto das utentes e profissionais do serviço”.

“O objetivo principal da parceria passa por melhorar o bem-estar emocional das grávidas, puérperas e recém-nascidos, promovendo um ambiente hospitalar mais acolhedor e humanizado através da presença de música ao vivo”, adiantou.

A parceria entre as instituições determina o reforço do “compromisso de integrar abordagens artísticas e culturais na prestação de cuidados de saúde”, além de reconhecer “o papel da música na promoção do conforto, da tranquilidade e da ligação emocional em contexto hospitalar”.

Recorde-se que a ULS do Oeste contempla, desde 1 de janeiro de 2024, o Centro Hospitalar do Oeste, o Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Norte e o Agrupamento de Centros de Saúde do Oeste Sul, integrando os concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Bombarral, Peniche, Lourinhã, Cadaval, Torres Vedras e Sobral Monte Agraço.

Agora, todas as grávidas (mesmo em urgência) têm de ligar para a linha SNS 24 antes de se dirigir ao hospital. A ministra da Saúde assegura que a medida traz “segurança clínica” e “previsibilidade” às utentes.

Tomásia Sousa | 17:07 – 26/02/2026



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