O Houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, atacaram Israel pela primeira vez desde o início da guerra, a 28 de fevereiro. Teerão atacou uma base militar dos EUA na Arábia Saudita e diz que o Médio Oriente se vai transformar num cemitério de soldados norte-americanos.
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Os Estados Unidos e Israel atacaram a central nuclear de Bushehr, pela terceira vez, num mês.
Teerão tinha prometido retaliar e disparou mísseis balísticos e drones contra a Base Aérea norte americana Príncipe Sultan, na Arábia Saudita.
Numa das mais graves falhas da defesa dos Estados Unidos, aviões reabastecedores KC-135 foram danificados. Pelo menos 12 militares norte-americanos ficaram feridos, dois com gravidade.
As Forças Armadas iranianas reivindicaram ainda o ataque a um navio de apoio logístico dos Estados Unidos, perto do porto de Salalah, em Omã e o disparo de mísseis contra Israel, O impacto da queda de um dos projeteis, em Eisthaol, perto de Jerusalém, fez cerca de uma dezena de feridos.
Os números totais da guerra que dura há um mês são difíceis de contabilizar, mas ainda que falhem as atualizações oficiais, quem está no terreno aponta para pelo menos 2 mil mortos.
Depois dos países do Golfo terem alertado para a crescente ameaça de Teerão começar a ativar células adormecidas em todo o Médio Oriente, os Houthis do Iémen, que até agora tinham se tinham limitado a ameaças, lançaram, pela primeira vez, mísseis balísticos contra o sul de Israel.
O envolvimento da milícia Houthi agrava o receio de uma crise petrolífera, pelo historial de ataques às rotas marítimas do Mar Vermelho, que nesta altura se tornaram uma alternativa ao Estreito de Ormuz.
