O ministro da Administração Interna reconheceu hoje que o verão vai ser “muito duro” no risco de incêndios florestais e garantiu um modelo de avaliação para definir as zonas de limpeza prioritárias.
“Temos um modelo de avaliação de risco das zonas mais afetadas, particularmente junto das populações mais pequenas, para podermos fazer o nosso trabalho [de limpeza] durante estes meses, e é isso que vai acontecer”, disse aos jornalistas Luís Neves, em Pombal, no distrito de Leiria, um dos concelhos mais afetados pela depressão Kristin.
O governante, que falava à margem das comemorações do 19.º aniversário da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), salientou o trabalho de limpeza das equipas do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e, desde hoje, de estruturas militares nos territórios mais atingidos, e apelou à colaboração dos particulares nas limpezas em redor das habitações.
