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O Sporting quer reunir com urgência com a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto. Até ao momento, o Governo não recebeu nenhum pedido, mas assegura estar a “acompanhar a situação”.
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A exigência do Sporting acontece depois do episódio no balneário no Clássico em andebol, em que o cheiro intenso a amoníaco levou a que o treinador e um jogador do Sporting tenham recebido assistência médica.
A gota que fez transbordar o copo foi o cheiro tóxico e intenso no balneário dos ‘leões’ no Dragão Arena, antes do Clássico. O Sporting entende que é tempo de colocar um ponto final nestas situações, com o Porto a ser punido.
Nesse sentido, quer reunir-se com a ministra Margarida Balseiro Lopes, por entender que “quem regula o desporto em Portugal assuma uma posição firme e implacável e puna, com toda a severidade, estes comportamentos indignos, que já ultrapassam os limites do admissível num Estado de direito”.
O Governo assegurou que “até ao momento” não houve nenhum pedido de reunião, mas assegurou que o Estado está a acompanhar a situação junto da Federação de Andebol de Portugal.
O clube verde e branco considera ainda que aquilo que está a acontecer é uma “escalada” de práticas obscuras do passado que revelam “um padrão continuado, consciente e sistemático”.
Os ‘dragões’ já tinham negado as acusações que foram alvo, ainda no dia do jogo. Esta situação vivida no balneário do Sporting levou a que o treinador, alguns jogadores e elementos da equipa técnica tenham recebido assistência médica.
O jogo realizou-se, mas o Sporting jogou sob protesto. O Porto não reagiu ao pedido de reunião com o Governo por parte do emblema leonino.
