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INEM ativou alternativas para garantir resposta aérea após fecho do heliporto no hospital de Matosinhos


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O heliporto do Hospital de Matosinhos encerrou por questões de segurança. O encerramento está a preocupar a Sociedade Portuguesa de Emergência Pré-hospitalar. O INEM confirmou à SIC que ativou de imediato soluções alternativas para garantir a resposta aérea.

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O heliporto do Hospital de Matosinhos encerrou por questões de segurança por causa de obstáculos nas descolagens e aterragens. A Sociedade de Emergência Pré-hospitalar mostra preocupação.

“A localização para o heliporto não é a melhor”, concluiu a Autoridade Nacional de Aviação Civil, depois de várias visitas e reuniões técnicas ao Hospital de Matosinhos.

Num documento a que a agência Lusa teve acesso, a ANAC recomenda o fecho do heliporto, devido a obstáculos que impedem alterar o sentido nos canais de aproximação, pondo em risco a segurança nas descolagens e aterragens.

Diz a Autoridade de aviação que “o ideal seria o heliporto agora de superfície, passar a estar elevado, a 10 metros de altura“.

No relatório, o serviço de gestão de risco da Unidade local de Saúde de Matosinhos também propõe a suspensão temporária.

Diz que as normas internacionais mudaram desde a construção do heliporto e, por isso, o ângulo de aproximação passou de 8% para os 4,5%. Terá, por isso, de fazer um levantamento topográfico para pedir uma nova autorização para o heliporto voltar a funcionar de acordo com a legislação em vigor.

O encerramento está a preocupar a Sociedade Portuguesa de Emergência Pré-hospitalar, que alerta para o impacto da decisão num heliporto que funciona há décadas.

O INEM confirmou, entretanto, à SIC que ativou de imediato soluções alternativas nos heliportos do Hospital de S. João, na Corporação de Bombeiros de Baltar e no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, já anteriormente utilizados.

Está, por isso, garantida a resposta aérea de emergência médica sem qualquer interrupção do serviço de helitransporte.



SIC Noticias

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