Um mês depois do inicio da guerra, o Irão garante que vai apresentar as condições para a paz, mas avisa que tem capacidade para ganhar o conflito no terreno. Já Donald Trump garante que está a esmagar o regime iraniano e que o Irão implorou para negociar.

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O porta-aviões USS Gerald Ford é o mais recente e maior navio de guerra do género. Entrou à vista de todos no porto de Split, na Croácia, para manutenção e reparações, depois de nove meses em prontidão e os últimos 30 dias como ponta de lança da Operação Fúria Épica no Médio Oriente.
Os Estados Unidos não se importam que saia temporariamente de cena porque garantem ter a maior e melhor tecnologia de guerra virada para o alvo, podendo dispensar este gigante da Marinha. Até porque Trump diz que está a esmagar o Irão, com o que considera bons resultados.
Com toda a seriedade, a ONU olha para o mesmo ponto do mapa como um drama muito maior que a crise mundial dos combustíveis.
A ONU criou uma ‘taskforce’ que vai fazer pressão para que o estreito não se feche à passagem de fertilizantes essenciais para cultivar campos e salvar pessoas da fome.
Já o Governo paquistanês recebe os ministros do Negócios Estrangeiros, da Arábia Saudita, Turquia e Egipto a partir deste domingo. Os quatro países continuam a tentar mediar as conversações entre Estados Unidos e Irão para garantir, pelo menos, o desagravamento de ataques militares e o atenuar das agressões diplomáticas.
Um grupo de piratas iranianos atacou o email de Kash Patel, diretor do FBI, e divulgou fotografias do chefe da força norte-americana em situações que descredibilizam um dos pilares da administração gerida por Donald Trump.
O porta-voz do regime iraniano anunciou que é tempo de Teerão abandonar o Tratado para a não proliferação do Nuclear, face aos constantes bombardeamentos americanos do Irão.
Donald Trump também promete sair, mas da NATO.
