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A empresa dinamarquesa Lego registou um crescimento de 12% nas receitas em 2025, impulsionado pela procura global, mas alerta para o impacto da subida dos preços do petróleo nos custos de produção, devido à guerra no Médio Oriente.
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As vendas da Lego aumentaram 16% no ano passado, num desempenho acima do mercado global de brinquedos, permitindo à empresa ganhar quota.
Os lucros também aumentaram, o resultado operacional subiu 18% e o lucro líquido cresceu 21%, devido à maior eficiência e ao aumento da produção.
Impacto da subida do petróleo
Apesar dos resultados positivos, a empresa alerta para o impacto da instabilidade no Médio Oriente nos custos de produção, devido à subida dos preços da energia.
“Se os preços do petróleo subirem, isso pode afetar as matérias-primas ao longo do tempo”, disse o CEO da empresa, Niels B Christiansen, em entrevista à Reuters.
O responsável admite que o impacto será limitado num curto prazo, mas poderá piorar se a situação se prolongar.
Inovação e novas parcerias
Para sustentar o crescimento, a Lego aposta no reforço da oferta e em novas parcerias, incluindo Pokémon, Bluey, Fórmula 1 e Nike.
A empresa está também a desenvolver peças interativas, como o novo “Smart Brick”, uma peça com sensores, luzes e som que reage às ações das crianças, numa tentativa de modernizar a experiência de brincar.
Apesar da pressão nos custos, a Lego não prevê aumentar preços para já e aposta no aumento do número de vendas.
