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O Presidente da República reitera o apoio à Ucrânia e condena a invasão russa na mensagem que assinala os quatro anos desde o início do conflito. Marcelo também mencionou a entrada da Ucrânia na UE.
O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, com o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, durante a sua visita à Ucrânia, em agosto de 2023.
Alexey Furman
Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu uma mensagem de apoio à Ucrânia esta terça-feira, data em que se assinala quatro anos desde o início da invasão russa. O Presidente da República sublinha a “coragem admirável” dos ucranianos e garante que irá continuar a “apoiar os esforços internacionais fazendo pressão sobre a Rússia para que cesse a agressão”.
“O Povo da Ucrânia resiste com coragem admirável, há quatro anos, a uma agressão ilegal e de enorme brutalidade pela Federação Russa. Apesar do efeito devastador dos ataques crescentemente violentos da Rússia, os ucranianos entram no quinto ano da guerra com uma determinação cada vez mais forte, provando que a resiliência da Ucrânia nunca deveria ter sido subestimada”, lê-se na nota publicada, esta terça-feira, no site da Presidência da República.
“No quadro da União Europeia, o apoio político, militar, humanitário e financeiro de Portugal à Ucrânia mantém-se inabalável. Com os nossos parceiros europeus e internacionais, continuaremos a prestar a assistência pelo tempo que for necessário, para que a Ucrânia seja forte e resiliente contra agressões”, continua.
“Continuaremos, do mesmo modo, a respaldar a adesão da Ucrânia à União Europeia e o caminho até à adesão”, disse o Presidente da República.
“Os ucranianos e ucranianas merecem uma paz justa e duradoura, que respeite a independência, a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, mas também que garanta a sua segurança a longo prazo, incluindo a capacidade de defesa.”
Sobre a intervenção de Portugal, o Presidente da República sublinhou que o país continuará alinhado com os parceiros europeus e internacionais, pressionando a Rússia para que termine o conflito e para que ambas as partes cheguem a um acordo de paz.
“Continuaremos a apoiar os esforços internacionais fazendo pressão sobre a Rússia para que cesse a agressão e se comprometa com um processo negocial que conduza a acordo de paz, baseado no direito internacional e na Carta das Nações Unidas”, escreve Marcelo Rebelo de Sousa.
A terminar a mensagem, Marcelo reafirma o apoio de Portugal à Ucrânia e demonstra esperança e vontade para ver concretizado o fim do conflito.
“Esperamos que 2026 traga um fim justo a esta guerra. Portugal permanecerá, sempre, ao lado da Ucrânia e dos ucranianos”, termina a nota do Presidente da República.
