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Marcelo volta a assumir proximidade, marca do seu mandato, no último mês como Presidente da República


Política

Nos últimos dias, Marcelo Rebelo de Sousa voltou a assumir uma marca que caraterizou o mandato, a proximidade, com deslocações às zonas mais afetadas pelas tempestades. A três semanas do fim, já iniciou a transição para António José Seguro.

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A três semanas do fim do mandato, Marcelo Rebelo de Sousa já iniciou o processo de transição para António José Seguro. Há diplomas e decisões que irão já ser avaliados pelo novo Presidente eleito. Nos últimos dias, Marcelo voltou a assumir uma marca que caraterizou o mandato, a proximidade, com deslocações às zonas mais afetadas pelas tempestades.

50 dias de chuva, tempestades e uma parte do país em calamidade. Não era propriamente o final da Presidência que Marcelo Rebelo de Sousa ansiava quando, no último 10 de junho, antecipou uma saída.

Os últimos dias do mandato acabaram a colar-se-lhe à pele, multiplicando-se em idas ao terreno, mais ou menos “incógnitas”, como disse em Coimbra, nem 48 horas depois de lá ter estado com o primeiro-ministro.

A pressão nas respostas às populações é algo que António José Seguro já disse que está em boas mãos. A transição, em Belém, começou no dia a seguir à segunda volta.

Marcelo Rebelo de Sousa ainda vai a Espanha, mas já não tem mais discursos oficiais. A abertura do Ano Judicial, este ano optou-se por não fazer. No 25 de Abril prometeu lá estar, como ex-Presidente.

Em plenas funções, tem promulgado diplomas, deixando um histórico de vetos políticos e algumas reservas em leis que deixou passar. Nunca anteviu que a revisão das legislação do trabalho viesse a chegar a Belém dentro do seu mandato. Mas não esperaria uma remodelação governamental que ainda tem três semanas para acontecer.

A Seguro aconselhou a ir pensando no 10 de junho, em que inaugurou um modelo de celebração.

Há convites a chefes de Estado a que há que ser já o próximo Presidente a dar resposta.

Na agenda internacional, em que carregou, Marcelo sai de cena.

No legado de 10 anos de uma Presidência, lembram-lhe os anos da pandemia que marcaram a recondução, as dissoluções do Parlamento e eleições antecipadas no segundo mandato e, desde o início, um mesmo impulso de proximidade.

Até ao fim, disse, quando em Coimbra lhe perguntaram se deu tudo nestes últimos dias de mandato.



SIC Noticias

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