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Robert Mueller, ex-diretor do FBI e antigo procurador que liderou a investigação sobre a alegada ingerência russa na campanha presidencial de Donald Trump em 2016, morreu na sexta-feira, aos 81 anos, anunciou este sábado a família.
Andrew Harnik
“Com profunda tristeza, partilhamos a notícia do falecimento do Bob na noite passada”, lê-se num comunicado da família, noticiado pela agência EFE.
Robert Mueller, de 81 anos, que tinha sido diagnosticado com doença de Parkinson no ano passado, foi o sexto diretor do FBI (2001-2013), assumindo o cargo uma semana antes dos atentados de 11 de setembro.
Após os ataques, modernizou a agência e denunciou abusos em prisões secretas da CIA.
Em maio de 2017, foi nomeado procurador especial para investigar possíveis ligações da campanha de Trump a uma trama russa, concluindo que a Rússia promoveu uma ampla interferência em 2016, mas sem comprovar conspiração com o então candidato republicano.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já reagiu à morte de Robert Mueller, manifestando satisfação.
“Robert Mueller acaba de falecer. Bem, fico contente que tenha morrido. Já não poderá fazer mal a pessoas inocentes”, escreveu o chefe de Estado norte-americano na rede social Truth Social.
