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No Líbano, os ataques israelitas mataram, pelo menos, 111 crianças. O balanço total é de 886 mortos e, hoje, Israel anunciou o início de uma nova fase de operações terrestres no sul do país.
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Antes do avanço das tropas israelitas no terreno, a zona a sul do rio Rio Litani foi alvo de intensos ataques aéreos e bombardeamentos de artilharia, em grande escala. O objetivo militar é expandir a zona de segurança atualmente controlada pelas Forças de Defesa de Israel.
Telavive afirma que, à semelhança do que aconteceu em Gaza com os túneis e infraestruturas do Hamas, pretende destruir as posições do Hezbollah para inviabilizar o regresso do grupo xiita apoiado pelo Irão.
O ministro israelita da Defesa avisou que os mais de 800 mil civis libaneses deslocados, sobretudo no sul do Líbano e nos subúrbios a sul de Beirute, não poderão regressar às suas casas enquanto o Hezbollah continuar a representar uma ameaça.
Os alertas de evacuação para vários bairros da capital levaram muitas famílias a sair à pressa para a rua.
Telavive tem criticado repetidamente o Governo libanês por não ter tomado medidas eficazes para travar as ações do Hezbollah e avisa que qualquer processo de normalização e paz com Beirute dependerá do fim das agressões do grupo xiita apoiado pelo Irão.
Segundo analistas, as movimentações das forças israelitas junto à fronteira poderão abrir caminho a uma operação terrestre de grande escala no sul do Líbano.
