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As negociações da legislação laboral vão ser retomadas na segunda-feira, mas a UGT continua sem mostrar sinais de que há possibilidade de um acordo.
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Em público, a palavra do Governo é a de que é para aguentar até ao limite.
O ministro da Presidência, depois do primeiro-ministro nas jornadas do PSD, anunciou mais uma reunião no Ministério do Trabalho.
A ministra convocou para segunda-feira encontro com os patrões e a UGT para estas reuniões fora da Concertação. A CGTP nunca foi convocada.
A UGT ainda não vê aproximação, capaz de um acordo, com a recusa em aceitar o banco de horas, divergências no prazo dos contratos ou na subcontratação, o chamado ‘outsourcing’.
E o sinal dos sindicatos, afetos à central sindical, é a de que é para manter a contestação a estas alterações laborais.
Enquanto os sindicatos da UGT para a Função Pública assinaram um acordo de valorização salarial com o Governo, a Frente comum diz que ainda está à espera de uma reunião com Miranda Sarmento, ministro das Finanças.
Para já foi anunciada uma reivindicação em forma de marcha, mas avançar para a greve é o próximo passo.
