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Passados mais de 50 anos, o Homem volta a viajar à órbita da Lua. A missão Artemis II é composta por quatro astronautas, três norte-americanos e um canadiano.
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Mais de 50 anos depois, a viagem repete-se. Desta vez, no foguetão Space Launch System (SLS) o mais potente da NASA, que levanta voo do Centro Espacial Kennedy, o mesmo de onde partiu a missão Apollo 17 em 1972.
“Não vamos ir imediatamente para a Lua. Vamos permanecer numa órbita elevada impressionante, alcançando um pico de dezenas de milhares de milhas enquanto testamos todos os sistemas da Orion e até vemos como ela se manobra no espaço. E depois, se tudo estiver a correr bem, seguimos para a Lua”, refere a astronauta Christina Koch.
É uma missão à órbita lunar que conta, pela primeira vez, com uma mulher, um afro-americano e um canadiano.
“Estamos prontos. O foguetão está pronto. Nós estamos prontos. A NASA está pronta. Este veículo está definitivamente pronto para partir. Passámos pela revisão de prontidão de voo. Estamos prontos para o lançamento”, afirma o astronauta Reid Wiseman.
Na viagem de 10 dias, os astronautas irão sobrevoar o lado oculto da Lua e podem tornar-se os humanos que viajaram mais longe da Terra.
“Desta vez, vamos para o Polo Sul. Ninguém jamais esteve no Polo Sul da Lua antes, e é muito diferente. As rochas e o ambiente no Pólo Sul são muito distintos do terreno que os nossos astronautas das missões Apollo viram perto do equador. Por isso, vamos obter novas perceções sobre a própria Lua”, afirma a Dra. Lori Glaze, diretora interina da NASA para a Direção de Desenvolvimento de Sistemas de Exploração.
A viagem de regresso deve durar três ou quatro dias e termina com a amaragem da nave espacial no Oceano Pacífico, ao largo da costa da Califórnia.
