Cultura

"O que os russos estão a fazer é uma coisa maligna": ataques na Ucrânia fazem vítimas civis


Guerra Rússia-Ucrânia

Imagens violentas

As notícias relatam nomes, números, locais e tipos de armamento, mas por trás desses dados está uma realidade diária dos ucranianos marcada pela perda e pelo sofrimento.

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Em Kherson, um homem perdeu a mãe após um ataque russo com artilharia pesada que atingiu um bairro civil. Já em Odessa, uma mãe e a sua filha de dois anos morreram quando um prédio foi atingido por drones russos.

“E o que os russos estão a fazer é uma coisa maligna. E na véspera de um grande feriado como a Páscoa, que os católicos celebraram ontem, continuam a cometer estes atos e não se fartam de sangue humano. Nenhuma pessoa decente, especialmente uma pessoa religiosa, poderia de forma alguma apoiar ou justificar isto”, disse um cidadão.

No entanto, a guerra também afeta o outro lado. Na cidade portuária russa de Novorossiysk, um ataque de drones ucranianos feriu oito pessoas. A Ucrânia afirma que o alvo era a fragata Makarov, e não a população civil russa.

Após quatro anos de conflito, os números mostram a dimensão da tragédia: cerca de 325 mil soldados russos terão morrido, entre os civis haverá perto de 200 mortos. Do lado ucraniano, as baixas militares estão entre 100 e 140 mil, e mais de 15 mil civis perderam a vida, incluindo mais de 6 mil mulheres e 620 crianças. A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que todos estes números pecam por defeito.



SIC Noticias

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