A Rota Vicentina, um dos maiores percursos pedestres de Portugal, atrai cada vez mais caminhantes, mesmo fora da época alta. Mas por detrás dos trilhos e da paisagem preservada do sudoeste alentejano, há um trabalho invisível que é feito ao longo de todo o ano e que depende sobretudo de voluntários.
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A época das caminhadas de manutenção já arrancou, desta vez, em Santiago do Cacém: um percurso pelo Vale Seco, que mistura convívio e dever.
A maioria já conhece bem os trilhos da Rota Vicentina, mas há sempre estreantes no voluntariado.
Os voluntários são responsáveis por cerca de 40% da manutenção dita “leve” no terreno. Nunca se sabe o que vão encontrar, sobretudo depois de um incêndio ou tempestade.
A comunidade tem crescido de ano para ano.
A Rota Vicentina pode demorar até duas semanas a ser percorrida na totalidade, dependendo do fôlego. Estima-se que tenham passado por ela mais de 30 mil pessoas só no ano passado.
