A Comissão Europeia autorizou a utilização de uma beterraba sacarina geneticamente modificada e renovou a autorização de um milho geneticamente modificado para utilização em alimentos e rações na União Europeia. A decisão foi anunciada a 27 de fevereiro de 2026, após avaliação científica da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA).
Segundo a Comissão, a avaliação científica concluiu que ambas as culturas são tão seguras para a saúde humana, para os animais e para o ambiente como as suas equivalentes convencionais.
De acordo com o executivo europeu, estes organismos geneticamente modificados foram sujeitos a uma avaliação científica abrangente, destinada a garantir um elevado nível de proteção da saúde pública e do ambiente.
As decisões permitem a importação e a utilização destas culturas na alimentação humana e animal na União Europeia. No entanto, não incluem autorização para o seu cultivo em território europeu.
As autorizações são válidas por um período de 10 anos. Todos os produtos derivados destas culturas terão de cumprir as regras europeias de rotulagem e rastreabilidade aplicáveis aos organismos geneticamente modificados.
A Comissão explicou ainda que estava legalmente obrigada a adotar estas decisões depois de os Estados-Membros não terem alcançado uma maioria qualificada a favor ou contra as propostas apresentadas.
Mais informação no site da Comissão Europeia.
O artigo foi publicado originalmente em CiB – Centro de Informação de Biotecnologia.
