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Os diferentes 'planos de ataque' europeus para a crise energética


Ataques Irão

Pedro Sánchez anunciou um pacote de 5 mil milhões de euros para combater os o aumento dos preços na energia. Itália e Alemanha aliviam os preços dos combustíveis. Em França, o Governo resiste à descida de impostos. Na Eslováquia, um estrangeiro e um eslovaco pagam preços diferentes pelo mesmo gasóleo na mesma bomba.

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É o ‘plano de ataque’ do Governo espanhol à escalada de preços. 80 medidas foram aprovadas no conselho de ministros, esta sexta-feira, que passam por uma enorme redução de impostos na energia.

Em relação aos combustíveis, nas contas de Pedro Sánchez, estas medidas vão permitir poupar até 30 cêntimos por litro, dependendo do combustível, o que pode representar numa poupança de 20 euros por depósito de um carro médio.

A orientação para baixar os impostos sobre a energia já tinha ficado clara no último Conselho Europeu.

Em Itália, Georgia Meloni também aliviou os preços dos combustíveis. Gasóleo e a gasolina baixaram 25 cêntimos por litro e aumentou a fiscalização contra a especulação de preços.

Esse também é o caminho da Alemanha, onde as bombas de combustível podiam rever os preços várias vezes ao dia. Agora passam a poder fazer só um aumento diário.

Em França, o Governo resiste à descida de impostos. Prefere, até agora, vigiar preços.

Na Eslováquia, um estrangeiro e um eslovaco pagam preços diferentes pelo mesmo gasóleo na mesma bomba de combustível.

diferentes ‘planos de ataque’ europeus para o mesmo problema, cuja única certeza até agora é a imprevisibilidade.



SIC Noticias

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