O Ministro das Infraestruturas diz que se os tribunais derem razão à companhia aérea Azul sobre a dívida de 189 milhões de euros contraída pela antiga TAP será o Estado a pagar, e não o futuro comprador. No Parlamento, Miguel Pinto Luz disse ainda que o Governo vai vender mesmo que só exista um concorrente.
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Depois de entregues as propostas não vinculativas pela TAP, a Parpública tem 30 dias para fazer um relatório de análise. Apenas a Air France e a Lufthansa avançaram. A próxima fase será a da entrega de propostas vinculativas e nessa Miguel Pinto Luz admite vender mesmo que só exista um concorrente.
Em pleno processo de privatização, a companhia aérea Azul processou o antigo grupo TAP, hoje Siavilo e insolvente, e também a TAP SA. A empresa atual e limpa de ativos tóxicos e esta recusou pagar a dívida de 90 milhões de euros contraída pela TAP Má.
Os brasileiros querem reaver o dinheiro que emprestaram à empresa e que com juros já vai em 189 milhões de euros. No Parlamento, o ministro das Infraestruturas diz que se os tribunais decidirem a favor da brasileira Azul será o Estado a pagar.
Já quanto ao valor de venda da TAP, o ministro prefere manter o segredo. Para vender a TAP, o Governo exige a manutenção da marca e do ‘hub’ que liga a capital portuguesa ao Brasil e a outras capitais da América do Sul e do Norte.
