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A NATO confirma que Portugal cumpriu a meta de 2% do PIB de investimento em Defesa no ano passado. À SIC, o Governo adianta que houve um reforço de quase 1.000 milhões do orçamento em 2025 e que 2.000 milhões vieram de outros ministérios que não o liderado por Nuno Melo.
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Portugal chegou pela primeira vez aos 2% do PIB em Defesa, meta atingida em 2025 e confirmada agora pela NATO.
O relatório divulgado em quinta-feira aceita a estimativa comunicada pelo Governo de mais de 6.000 milhões de euros, o maior investimento militar até agora.
Questionado pela SIC, o Ministério de Nuno Melo revela que houve um reforço de quase 1.000 milhões do orçamento da Defesa em 2025 e que foi buscar 2.000 milhões a outros ministérios, incluindo Administração Interna, Negócios Estrangeiros e Infraestruturas e Habitação.
Contabilizando despesas relacionas com Defesa, uma fatia importante diz respeito a pensões de militares, algo que já era contabilizado antes.
Faltam ainda alguns detalhes que o governo remete para mais tarde.
Os países que menos gastam
Portugal está agora entre os que investem menos em percentagem do PIB juntamente com Espanha, Bélgica e Canada e Albânia, mas todos cumprem a meta mínima e independentemente de as contas serem mais ou menos.
O objetivo é claro: sossegar e satisfazer Donald Trump. Os Estados Unidos continuam a ser os que pagam mais, suportando 60% dos gastos da NATO.
Mas o investimento de europeus e Canadá é agora maior, com Letónia, Lituânia e Polónia entre os que investem mais.
