O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que, dois anos depois de ter tomado posse, “o país está melhor e os portugueses também estão melhor”. Sublinhou, inclusive, que “os portugueses quiseram a mudança, acreditaram que era possível fazer mais e deixar de adiar o futuro”.
Luís Montenegro fez uma intervenção a partir do jardim da residência oficial em São Bento, esta quinta-feira, não só com os ministros do atual Governo, mas também com alguns do anterior, para assinalar o segundo aniversário da tomada de posse, que ocorreu a 2 de abril de 2024.
“Há dois anos acabou um período em que o país teve demasiada teimosia ideológica a que corresponderam resultados demasiados escassos”, afirmou, numa referência aos anteriores governos do PS.
Depois, admitiu que, em 2014, no tempo da ‘troika’, a vida das pessoas não estava melhor, mas a do país estava muito melhor.
“Os portugueses quiseram a mudança, acreditaram que era possível fazer mais e deixar de adiar o futuro. Hoje, o país está melhor e os portugueses também estão melhor”, disse.
O chefe do Governo indicou ainda que houve uma aposta “num Estado mais ágil, mais leve, focado em servir melhor os cidadãos e as empresas, que combate a burocracia por dentro e elimina os bloqueios e a desconfiança”.
Anunciou, nessa linha, o lançamento de uma linha de apoio de 600 milhões de euros, destinada a financiar as empresas cujos os custos da energia representam mais de 20% dos custos de produção.
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