Pelo quarto dia consecutivo, estudantes iranianos saíram à rua para protestar contra o regime. Um contexto social que deixa o Irão sob pressão numa altura em que está também a gerir as ameaças norte-americanas.

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No Irão, continuam os confrontos entre apoiantes do regime e os que querem o fim do poder dos ayatollahs no país. Desta vez, os protestos foram mobilizados por estudantes, a quem o regime já avisou que há limites que não devem ser ultrapassados.
Estas “linhas vermelhas” são, por exemplo, os “locais sagrados e a bandeira do Irão”, avisou o Governo. Isto depois de terem surgido relatos de universitários a queimarem a bandeira do país nestas manifestações, que duram já há quatro dias consecutivos.
É também neste contexto social que o Irão está a gerir as ameaças norte-americanas.
“A primeira opção do Presidente Trump é sempre a diplomacia. Mas tal como já deixou claro, está disposto a usar força letal se necessário”, afirmou esta terça-feira a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
As manobras militares de ambos os lados continuam, em vésperas de mais uma reunião sobre o programa nuclear de Teerão, que sentará à mesma mesa os enviados especiais de Trump e o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros.
Esta terça-feira, os Estados Unidos anunciaram a interceção de um terceiro petroleiro no oceano Índico, alegadamente em violação do embargo imposto às operações relacionadas com petróleo nas Caraíbas.
