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Quatro falsos inspetores da PJ condenados a penas de prisão efetiva


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Arguidos fizeram falsas buscas domiciliárias e usaram coletes e crachás semelhantes aos desta força policial. Levaram a cabo seis roubos e terão obtido perto de 400 mil euros.

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Foram condenados a penas de prisão efetiva quatro dos cinco falsos inspetores da Polícia Judiciária (PJ), que foram julgados no Tribunal de Guimarães. Um dos arguidos ficou com pena suspensa e terá de pagar 1.500 euros à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

O tribunal vimaranense conclui que os crimes foram graves e que os arguidos “gozaram” com esta força policial e atuaram como se se tratasse de uma diversão.

Quatro arguidos vão cumprir penas de prisão que vão dos cinco anos a nove anos e oito meses.

Os cinco homens, que conheceram esta sexta-feira a decisão da primeira instância, fizeram-se passar por inspetores da PJ para fazerem falsas buscas domiciliárias e usaram coletes e crachás semelhantes aos desta força policial.

Com esse estratagema levaram a cabo seis roubos e terão dessa forma obtido, segundo a investigação, perto de 400 mil euros. As vítimas, seis empresários da região Norte, julgaram que estavam a ser alvos de buscas legitimas.

O grupo foi detido no final de 2024. Os cinco arguidos foram julgados pelos crimes de sequestro, burla, usurpação de funções, associação criminosa e falsificação de documentos.



SIC Noticias

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