O cantor e rapper Gims foi acusado sexta-feira, em França, de branqueamento de capitais, noticiou a Agence France-Press (AFP).
Anadolu
Um juiz acusou Gandhi Djuna, de 39 anos, conhecido por Gims, de branqueamento de capitais qualificado, após ter sido detido na quarta-feira ao desembarcar de um avião em Paris (França).
O cantor “foi detido pelo Serviço Nacional Judiciário Aduaneiro quando desembarcava do avião no Aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle”, disse uma fonte próxima do caso à AFP.
O artista foi libertado depois de ter sido formalmente acusado e colocado sob supervisão judicial, segundo a Procuradoria Nacional de Combate ao Crime Organizado de França (sigla em francês Pnaco), um departamento especializado do Ministério Público francês dedicado ao combate ao crime organizado.
Gims tem de pagar uma caução, cujo valor não foi revelado, segundo a AFP.
Para além do branqueamento de capitais, o artista também é alvo de investigações relacionadas com um projeto de casas de luxo.
Gims promove o projeto imobiliário, que está a ser investigado, em Marraquexe (Marrocos), uma região onde reside parte do ano.
Em 2025, o artista venceu o prémio de Artista Masculino do Ano nos prémios de música francesa, os Victoires de la Musique.
O cantor escreveu músicas como “Ciel” e “Ninao”, que fizeram dele o artista com o álbum mais vendido em França nesse ano.
Em 2019, tornou-se o primeiro rapper francófono (pessoas que falam francês como idioma oficial) a encher o maior estádio de França, o Stade de France, com 72.000 espetadores.
Gims nasceu, em 1986, na República Democrática do Congo e foi para França com três anos.
