Em comunicado, aquela força policial refere que a rede operava nas margens do Troço Internacional do Rio Minho (TIRM) naquele concelho do distrito de Viana do Castelo.
Além do meixão e da quantia de dinheiro, foi também apreendida uma viatura, tendo sido constituídos arguidos dois homens suspeitos da prática dos crimes de dano contra a natureza, contrabando qualificado e falsificação de documentos.
Segundo a Polícia Marítima, aquela ação de combate ao tráfico ilegal de meixão teve como objetivo “detetar e interromper uma atividade criminosa, altamente lucrativa, associada à captura, transporte e comercialização ilícita da enguia-europeia (Anguilla anguilla), espécie protegida e fortemente pressionada por redes organizadas de natureza transnacional”.
No texto, a Polícia Marítima salienta que o tráfico ilegal de meixão representa uma “séria ameaça à sustentabilidade dos ecossistemas fluviais e à sobrevivência da enguia-europeia, espécie classificada como criticamente ameaçada”.
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