A deputada do Chega, Rita Matias, pede a demissão de Bruno Mascarenhas do partido. Alegadamente, a namorada do vereador do Chega em Lisboa, Mafalda Livermore, arrendava casas clandestinas a imigrantes em condições precárias e, por isso, foi exonerada dos Serviços Sociais da autarquia.
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Mafalda Guerra, que se apresenta nas redes sociais como Mafalda Livermore, é quem motivou esta acesa polémica dentro do Chega e trouxe à liça outras divergências internas.
A namorada do vereador da Câmara de Lisboa, Bruno Mascarenhas, também do mesmo partido, além de ter sido exonerada da autarquia por suspeita de ser proprietária de prédios em situação ilegal, que alugava a imigrantes em condições precárias, também estará a ser investigada por vender serviços como jurista sem estar acreditada para a função, sendo suspeita de usurpação de funções e alvo de queixas de vários lesados.
Mafalda Livermore é alvo de duas investigações pelo Ministério Público e de queixas na Ordem dos Advogados, segundo uma investigação da RTP.
Entretanto, Bruno Mascarenhas chamou a atenção quando veio a terreiro criticar Ana Simões Silva, do grupo municipal do Chega, por ela ter abandonado o núcleo político e passado a ser independente.
A nomeação de Sofia Borges Neves, prima de Bruno Mascarenhas, para responsável pelas redes sociais do gabinete também aumentou a pressão sobre o vereador.
Rita Matias e o pai, Manuel Matias, que foi candidato à autarquia de Odemira, expuseram na praça pública o que pensam da situação, que volta a colocar os holofotes no partido, e pedem a Bruno Mascarenhas que se demita do Chega.
A deputada disse na NOW que não quer ter ao lado quem envergonhe o partido liderado por André Ventura e que não represente os interesses que a organização defende, advertindo quem tenciona entrar nele que precisa de viver o que prega.
