“Não podemos continuar a passar o tempo sem que tenhamos um documento que explique verdadeiramente o que é que se passou nestes dias finais de janeiro e também nos dias iniciais de fevereiro”, afirmou o chefe de Estado, na declaração final da Presidência Aberta, na Marinha Grande, Leiria.
Na perspetiva de Seguro, “é impossível tirar ilações” se não se souber “corretamente o que é que correu bem, o que é que correu mal, quais foram os apoios e os meios que chegaram mais tarde”.
O Presidente manifestou “muita preocupação quanto à falta de redundância de telecomunicações, do fornecimento de energia elétrica, da desobstrução de redes viárias”.
“Eu não vou fixar um prazo para se apresentar esse relatório, mas isso é devido ao país”, salientou Seguro, em declarações aos jornalistas, referindo que essa responsabilidade cabe ao Governo.
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