A Rússia rejeitou a proposta ucraniana de uma trégua no período da Páscoa e multiplicou os ataques às infraestruturas vitais do país. Kiev diz que as forças russas lançaram cerca de 400 drones em várias regiões.

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Com o foco mediático e diplomático no Médio Oriente e uma crise energética no horizonte, a paz na Ucrânia parece ainda mais longínqua e terá deixado de ser uma prioridade em Washington. Donald Trump, que prometeu acabar com a guerra num dia, mostra-se desinteressado do papel de pacificador.
Sem negociações diretas no horizonte, Moscovo exibe parte do arsenal nuclear em manobras militares na Sibéria.
Nas últimas horas foram registados dezenas de ataques dos dois lados da fronteira. O estratégico porto ucraniano de Odesa foi um dos locais atingidos.
O presidente ucraniano diz que as tréguas propostas para a semana da Páscoa, que o Kremlin desconsiderou como uma mera manobra de propaganda, tiveram como resposta ataques em massa às infraestruturas de energia ucranianas.
Na Rússia, uma refinaria de petróleo terá sido atingida por drones, uma arma em que Moscovo parece querer apostar.
Nestes cartazes espalhados pela capital russa, estudantes universitários são convidados a alistar-se como operadores de drones, em troca de contratos milionários e a promessa de que não serão enviados para a frente de combate.
