No anúncio dos vencedores dos Óscares de cinema documental, Jimmy Kimmel aproveitou para criticar Donald e Melania Trump.
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O apresentador ironizou sobre o facto de “o filme da mulher [do Presidente]”, que mostra “escolhas de sapatos na Casa Branca”, não ter sido nomeado, numa alusão a “Melania”.
“Será que ele vai ficar furioso porque a mulher dele não foi nomeada para isto?”, perguntou Kimmel, sem mencionar Trump.
“Mr. Nobody Against Putin” e “All the Empty Rooms” venceram os Óscares de cinema documental.
“All the Empty Rooms”, de Joshua Seftel e Conall Jones, venceu o Melhor Curta-metragem Documental, e “Mr. Nobody Against Putin”, David Borenstein, Pavel Talankin, Helle Faber e Alzbeta Karásková, o Óscar de Melhor Documentário.
No anúncio, Jimmy Kimmel contrapôs ainda a natureza do cinema documental à “Coreia do Norte… e à CBS”.
Recorde-se que, no ano passado, a estação norte-americana de televisão admitiu pagar uma indemnização a Donald Trump, na sequência de uma emissão do programa 60 Minutos que Trump alegou que a CBS editou de forma enganosa, e no mês passado não transmitiu uma entrevista ao candidato democrata James Talarico, nas primárias do Senado pelo Texas, gravada para o “Late Show” de Stephen Colbert.
Para Melhor Documentário estavam também nomeados “The Alabama Solution”, “Come See Me in the Good Light”, “Cutting Through Rocks” e “The Perfect Neighbor”.
“Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud”, “Children No More: “Were and Are Gone”, “The Devil Is Busy” e “Perfectly a Strangeness” eram os nomeados para Melhor Curta-metragem Documental.
