Os trabalhadores das IPSS estão em greve nacional e manifestam-se junto à sede da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), no Porto.
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Em causa está a revisão do contrato coletivo de trabalho. Os sindicatos, na rua esta quinta-feira, acusam a CNIS de ter fechado um acordo com sindicatos da UGT, deixando de fora a comissão negociadora sindical que dizem representar a maioria dos trabalhadores.
Entre as palavras de ordem que ecoaram, os trabalhadores fizeram ouvir o seu descontentamento e as suas reivindicações.
Ao fim de duas horas de protesto, foram recebidos pela direção da CNIS, mas as notícias não foram animadoras.
Alfredo Cardoso, da direção da CNIS, explicou que em relação às questões salariais, existe um “grande problema”.
“Até ao dia de hoje, o Governo ainda não assinou o compromisso de cooperação com as associações do setor social não lucrativo”, referiu.
Ainda assim, mesmo que tivesse assinado, pouco mudaria porque o que está em cima da mesa é um aumento de apenas 4,7%.
