Portugal

Seguro enviou condolências a Macron após morte de militar francês no Líbano

Numa nota publicada no site da Presidência da República, lê-se que o chefe de Estado português, António José Seguro, enviou a mensagem de condolências ao Presidente da República Francesa “após tomar conhecimento, com profunda consternação, da morte do militar francês Florian Montorio hoje, no sul do Líbano, ao serviço da UNIFIL e dos demais três militares feridos”.

“Em nome pessoal e do povo português, o Presidente da República apresenta sentidas condolências à família enlutada, às Forças Armadas francesas e ao povo francês. Deseja a rápida recuperação dos três soldados franceses, também feridos nas mesmas circunstâncias”, lê-se na nota. 

Seguro realça que os membros das missões de manutenção da paz das Nações Unidas “não podem, em circunstância alguma, ser alvo de ataques, devendo o direito internacional ser plenamente respeitado”.

“Portugal expressa solidariedade para com a França e renova o seu firme compromisso com a promoção da paz e da segurança internacionais”, acrescenta a Presidência. 

Hoje, o Presidente francês anunciou a morte do militar da Força Interina das Nações Unidas no país e disse que “tudo aponta para que a responsabilidade do ataque seja do Hezbollah”.

“França exige às autoridades libanesas que detenham imediatamente os culpados e assumam as suas responsabilidades juntamente com a FINUL”, afirmou Emmanuel Macron na rede social X.

O Líbano foi arrastado para a guerra no Médio Oriente quando o Hezbollah retomou os ataques contra Israel em 02 de março, após o início da ofensiva israelo-americana contra o Irão, aliado e financiador do grupo xiita libanês.

No mesmo dia, as autoridades libanesas proibiram as atividades militares do Hezbollah, após vários meses em que procuraram desarmar o grupo, que, no entanto, recusa entregar o seu equipamento militar enquanto o país estiver sob ameaça de Israel e não cessou os seus ataques aéreos contra o país vizinho.

Em resposta, as forças israelitas desencadearam uma vasta operação militar no Líbano, através de bombardeamentos intensivos alegadamente contra alvos do Hezbollah, a par da expansão das posições terrestres que já ocupavam no sul do país no conflito anterior.

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