
O antigo autarca morava perto da ponte quando se deu a queda e foi, por isso, dos primeiros a responder naquele 4 de março de 2001. Paulo Teixeira lembra-se ainda de vários detalhes da difícil missão de resgatar corpos – só foi possível para 23 das 59 vítimas e 36 famílias ficaram sem fazer o funeral dos entes queridos.
