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Líbano: hospitais em colapso para dar resposta às vítimas da guerra, a maioria crianças


Repórteres do Mundo

Os primeiros contactos diretos em mais de três décadas entre Israel e o Líbano, mediados pelos Estados Unidos em Washington, abriram uma rara via diplomática. Durante as conversações, representantes dos dois países concordaram na necessidade de desarmar o Hezbollah, mas não acautelaram as inúmeras vítimas civis, incluindo muitas crianças. A reportagem é da britânica Sky News, estação de televisão parceira da SIC.

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No sul do Líbano, a guerra tem deixado um rasto de destruição e uma crescente pressão sobre hospitais e equipas médicas. Profissionais de saúde relatam que as crianças estão entre as principais vítimas, com o sistema hospitalar a enfrentar dificuldades para responder às necessidades.

Apesar dos esforços diplomáticos, a estabilidade na região permanece distante e a população civil continua a pagar o preço mais alto.

Cerca de 2.300 pessoas foram mortas nos ataques israelitas ao Líbano entre o início da guerra, a 02 de março, e o cessar-fogo na noite de dia 16 de abril, anunciou Ministério da Saúde libanês.

Segundo o balanço divulgado a 17 de abril, 2.294 pessoas foram mortas, incluindo 274 mulheres, 177 crianças e 100 profissionais de saúde e socorristas. Os ataques causaram também 7.544 feridos, acrescentou o Ministério.

Repórteres do Mundo mostra as diferentes perspetivas e a diversidade cultural em reportagens das mais de 40 televisões parceiras da SIC. Sábado, às 15h30, na SIC Notícias.



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