O cessar-fogo em Gaza está a ser quebrado e Israel e o Hamas acusam-se mutuamente. As autoridades palestinianas dizem que já morreram mais de 750 pessoas nestes seis meses de suposto calar das armas.
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Nas ruas são escassos os sinais do cessar-fogo em vigor desde outubro do ano passado. Nas últimas horas morreram pelo menos onze palestinianos, vítimas de ataques israelitas. Entre eles, duas crianças.
Yahya Al-Malahi tinha três anos, perdeu a vida depois de sair de um casamento de família num ataque a um carro de polícia. Num outro bombardeamento, perto de um café no norte do enclave, morreram cinco pessoas, incluindo uma criança de 14 anos.
O cessar-fogo na Faixa de Gaza está em vigor há mais de seis meses, mas as autoridades locais garantem que desde o início da trégua já morreram mais de 750 pessoas. Os palestinianos acusam as tropas israelitas de estarem a violar o acordo e a expandir o território ocupado. Israel nega a acusação.
O Hamas controla o que resta da Faixa de Gaza e acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos. Em entrevista, JD Vance foi acusado por um membro do público de apoiar um genocídio em Gaza.
Desde o início da ofensiva israelita, a 7 de outubro de 2023, foram mortas mais de 72 mil pessoas.
