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Durante uma visita à Austrália, a duquesa de Sussex afirmou ter sido uma das pessoas mais atacadas na internet e destacou os efeitos negativos das redes sociais na saúde mental.
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Meghan Markle e o príncipe Harry estão em Sydney para uma visita de quatro dias. Embora já não desempenhem funções oficiais, participaram num encontro como representantes de um programa de saúde mental, onde manifestaram apoio à proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos, em vigor no país desde o ano passado.
A duquesa recordou episódios de que foi alvo no passado, marcados por situações de bullying online.
“Todos os duas, durante 10 anos, fui vítima de bullying e de ataques, e fui a pessoa mais atacada em toda o mundo, homem ou mulher. Mas continuo aqui. Quando penso em todos vocês e naquilo por que estão a passar, acho que grande parte disso passa por perceber que essa indústria está multimilionária está completamente ancorada na crueldade para conseguir cliques e isso não vai mudar”, afirmou a duquesa.
Meghan Markle criticou ainda a falta de incentivos para que as empresas tecnológicas combatam o uso inadequado das plataformas.
O príncipe Harry elogiou a medida australiana, classificando-a como um exemplo de responsabilidade e liderança.
Segundo um estudo encomendado pelo governo australiano, 96% das crianças entre os 10 e os 15 anos utilizavam redes sociais, sendo que sete em cada dez foram expostas a conteúdo prejudicial.
