Carlos Queiroz foi esta quinta-feira oficialmente apresentado como novo selecionador do Gana e prepara-se para estar pela quinta vez em fases finais do Mundial.

Pavel Golovkin
Na apresentação, o técnico português assegurou que tem grandes expetativas e diz ter sentido a “alma dos Black Star”, revelando que este é o “maior desafio” da carreira.
Questionado sobre a possibilidade de alcançar os quartos-de-final do Mundial, igualando a melhor performance da equipa na competição, o treinador português referiu que um “grande senhor” lhe ensinou que “não existe falhanço”, mas sim a “oportunidade para ser melhor”.
“Mandela disse-me um dia: Carlos, nunca perdemos; ou ganhamos ou aprendemos. Por isso, não tenho medo de nada. Se trabalharmos e acreditarmos, vamos estar preparados”, rematou.
O treinador bicampeão mundial de juniores em 1989 e 1991 teve passagens pelas seleções dos Emirados Árabes Unidos, em 1998, e mais recentemente Colômbia (2019-2020), Egíto (2021-2022), Catar (2023) e Omã (2025-2026).
O Gana está no Grupo L, com Inglaterra, Croácia e Panamá.
Aos 73 anos, vai estar pela quinta vez em fases finais da principal prova internacional de seleções, após 2010, com Portugal, e 2014, 2018 e 2022, todas pelo Irão, sendo que igualará o recorde de presenças seguidas do sérvio Bora Milutinovic, sendo que o brasileiro Carlos Alberto Parreira detém um máximo global de seis participações, mas não foram consecutivas.
