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O Kremlin (presidência russa) deseja manter as relações bilaterais com a Hungria, após as eleições de domingo nas quais o primeiro-ministro e aliado de Moscovo, Viktor Orbán, foi derrotado, ao cabo de 16 anos no poder.
Vladimir Gerdo | Reuters
“A Hungria fez sua escolha. Respeitamos essa escolha. Pretendemos continuar nossos contactos pragmáticos com as novas autoridades húngaras”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em conferência de imprensa.
Péter Magyar celebra “vitória esmagadora”
O partido da oposição Tisza, de Peter Magyar, conseguiu mais de dois terços dos lugares no parlamento da Hungria, nas eleições de domingo.
Estes resultados resultam numa viragem do país à direita, com o Tisza a obter uma “super maioria”, ou seja, mais de dois terços dos deputados húngaros, o que lhe permitirá alterar a Constituição.
