Cultura

Teleférico do Funchal reabre com cabines com chão de vidro


País

A viagem Funchal-Monte em teleférico pode ser feita agora numa cabine com chão de vidro e é um ponto de partida para um passeio que inclui arte e jardins.

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São apenas cinco cabines que a experiência de subir até ao Monte a ver o Funchal debaixo dos pés não é para todos. O chão de vidro é a novidade da reabertura do teleférico depois de ter estado meses fechado para obras

Mas a nova forma de apreciar a paisagem também não é para todas as carteiras. São 26 euros por uma subida numa cabine com chão de vidro, 16 numa cabine normal. E, apesar dos preços, não faltam passageiros.

Chegados ao Monte, antigo refúgio de verão das classes abastadas do Funchal a 500 metros de altitude, o mais complicado é escolher. Todas as obras em exposição integram a coleção Berardo o que inclui peças de artistas contemporâneos portugueses como Joana de Vasconcelos e Helena Almeida. A transferência da coleção para a Madeira aconteceu 2024 e a arte não está apenas no museu, estende-se pelos 35 hectares de jardim do Monte Palace.

É preciso um mapa para encontrar a exposição de minerais, o jardim oriental ou passar pelo novo orquidário. O percurso inclui lagos com carpas koy e há bancos para se sentar e apreciar o momento. Se o cansaço for muito, também existe um carro para levar até à saída, mas o passeio só fica completo com uma descida de teleférico, com vista para cidade e para o porto.



SIC Noticias

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