O cantor norte-americano de 21 anos foi acusado de posse de imagens de abuso sexual de menores, além do homicídio de Celeste Rivas Hernandez. A procuradoria afirma dispor de cerca de 40 terabytes de provas contra o músico, que nega todas as acusações.
David Anthony Burke, cujo nome artístico é D4vd, é presente a tribunal para leitura de acusação na segunda-feira, 20 de abril de 2026, em Los Angeles.
Ted Soqui / AP
Dias depois de ter sido indiciado pelo homicídio da jovem Celeste Rivas Hernandez, o cantor D4vd de 21 anos foi agora acusado de ter na posse uma “quantidade significativa” de imagens de abuso sexual de menores no seu telemóvel e na sua conta iCloud, no momento da detenção.
Na última audiência em tribunal, a procuradora-adjunta Beth Silverman afirmou que a acusação dispõe de cerca de 40 terabytes de provas, já solicitadas pela defesa, segundo a revista People.
A informação surge dias depois de ter sido divulgada a causa da morte da jovem de 14 anos. Segundo o relatório da autópsia do Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles, a jovem terá morrido na sequência de “múltiplas lesões penetrantes causadas por objeto(s)”, tendo a morte sido classificada como homicídio.
D4vd, cujo nome verdadeiro é David Anthony Burke e nega todas as acusações, foi indiciado na segunda-feira por homicídio em primeiro grau pelo Ministério Público, podendo vir a ser condenado à pena de morte. Vai ainda responder por crimes relacionados com atos sexuais com uma menor e pela mutilação do corpo da vítima.
Celeste Rivas Hernandez foi vista pela última vez na cidade de Lake Elsinore, no estado da Califórnia, em 2024, antes de se deslocar para a casa de D4vd, em Hollywood Hills. Segundo várias fontes, incluindo familiares, a jovem terá mantido uma relação amorosa com o músico.
